Sou Júlio Oliveira, tenho 14 anos e estou no 9º ano na Escola Municipal Vontade de Saber. Mando bem na internet e estou ligado em tudo de bom que ela tem. Fico sempre de olho no que está acontecendo no meu bairro e no mundo pra fazer a minha parte. Gosto de ler e sempre vou à biblioteca pegar um livro. Não dou folga em casa quando o assunto é economia e quero que minha famÃlia mude suas atitudes! Quando não estou online, estou lendo e pegando informações pra postar no meu blog.
Calma pessoal, não é uma história sobre um torcedor mirim do Palmeiras! rs
Ontem um amigo me convidou para irmos a uma lanchonete e resolvi pegar uma grana do Pança, meu porquinho moedeiro. Tenho ele desde os 6 anos de idade. Meus pais sempre nos ensinaram, eu e minha irmã, a guardar um dinheirinho. De vez em quando eles nos dão parte das moedas que recebem de troco e nos incentivam a poupar. Isso nos ajuda muito, até presente para os dias das mães já compramos com nossas economias.
Pesquisei na internet e descobri que a invenção de usar porquinho como cofrinho é antiga. Foi de um francês chamado Sebastian La Pestre que viveu no século XVII. Diz a lenda que ele se inspirou no fato de que uma porca produz muitos filhotes ao longo da sua vida e que representaria bem a ideia de economia e prosperidade.
O fato é que a onda pegou e hoje tem porquinho moedeiro de todo jeito, com uma variedade enorme de cores e tipos. Confiram alguns modelos super bacanas!
https://www.google.com.br/search?q=origem+cofre+porquinho&hl=pt-BR&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=4JQSUM2uNIOE8ASsuYBA&ved=0CHAQsAQ&biw=1920&bih=1085
A tradição sugere quebrar o porquinho quando ele estiver cheio. Eu estou fora desta prática, nunca farei isso com o Pança. Ele já me ajudou pra caramba!
(Blog do Julio/ Mercado Ético)
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